
O poder, em si, não é mau. Ele é uma força neutra — a capacidade de influenciar, decidir e conduzir.
Mas quando o amor deixa de ser o princípio que orienta o uso desse poder, ele se torna instrumento de domínio, não de cuidado.
Sem amor, o poder busca afirmar-se, provar-se, controlar e impor.
Ele deixa de servir ao bem comum e passa a servir ao ego, ao medo ou à vingança.
O amor, por outro lado, é o que dá sentido moral e humano ao poder. É ele que transforma a autoridade em serviço, e não em opressão.